Armazém – Rua Guaiaúna, 473

A Rua Guaiaúna, na Penha, é uma das ruas mais antigas do bairro, mas infelizmente acabou tornando-se uma espécie de patinho feio da região. Localizada na parte mais baixa deste bairro a rua teve seu auge nos anos 1960 até 1980, quando ali funcionava a fábrica de carroceria de ônibus CAIO. Naquela época a rua fervilhava 24 horas por dia com o movimento de trabalhadores da empresa e com o comércio que havia ao seu redor.

Ocorre que a CAIO se mudou dali para instalações maiores no interior de São Paulo e fechou a sua sede na Penha, e então a rua começou a sofrer um lento e marcante processo de degradação. Parte do comércio ao redor começou a fechar as portas devido a queda no fluxo de fregueses, imóveis foram desocupados e a rua que era uma intensa área comercial ficou quase deserta.

Em 2009 a pouca lembrança da CAIO veio abaixo. A área da fábrica foi demolida, sobre a promessa de que o local iria dar espaço a uma série de prédios, trazendo uma reurbanização na área. Acontece que desde que a fábrica veio abaixo nada foi feito no terreno dando indícios de que surgirá ali um novo empreendimento. Com isso, o antigo terreno foi parcialmente invadido e a região tornou-se mais degradada e ainda menos atraente.

O resultado disso é um grande número de imóveis abandonados, degredados e fechados na rua. O armazém acima, no número 473 da rua Guaiaúna, é um claro exemplo de que a região precisa urgente de uma reurbanização.

Saiba mais:

Compartilhe este texto em suas redes sociais:
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Siga nossas redes sociais:
pesquise em nosso site:
ouça a nossa playlist:

21 respostas

  1. A Rua Guaiaúna tinha uma passagem de nível na altura da Estação Carlos de Campos da Central do Brasil/RFFSA/CBTU/CPTM, desativada em 2000, da qual sobrou apenas a plataforma, ainda visível para quem utiliza o Expresso Leste.

  2. É PRECISO REAVALIAR A SITUAÇÃO LOCAL, POIS O TERRENO FOI INVADIDO E LOGO ATRÁS FIXARAM UMA FAVELA QUE VEM TRAZENDO SÉRIOS PROBLEMAS DE SEGURANÇA PARA O LOCAL. USUÁRIOS DE DROGAS E ROUBOS A TODO O INSTANTE.

  3. Que pena, pois quando trabalhei no Bradesco da Rua Guaiaúna ela era muito agitada c/ comércios em geral. isso foi em 1985 lá era a Supervsoria da Bradescor -Penha, fico muito triste por estar desse jeito essa rua tão cohecida no bairro. Há muitos anos não passo por lá enfim a memória paulistana se resume no q. é hoje a ganância pelo $ e o enjaulamento nos aptos. da Cidade. Fui…

    1. É uma pena que não só a Guaiauna por seus comércios que tinha, era um centro comercial e a Penha também era um bairro industrial, infelizmente as indústrias foram embora e ali está td às traças com muitos marginais, fico triste em ver a Penha hj em dia, abandonada e o Teatro Martins Pena, que é um Pena vê-lo abandonado.

  4. Nasci em uma travessa da Orêncio Vidigal, e onde o Metrô Penha foi construido, tinhamos a Estação Carlos de Campos, e um lugar bem legal, chamado de Utolândia, ou mais ou menos isso. A Rua Guaiauna era o nosso local de compras, e na qual ficava a fábrica CAIO. Meu pai possuia uma imobiliária, e eu tinha 12 anos quando trabalhava na rua guaiauna,(naquele tempo menor podia trabalhar). Hoje a fábrica CAIO, se transformou em um antro de drogados, e há pouquissimo tempo esta aparecendo favelas, cujo os drogados trocam produtos de roubo por drogas. ENFIM, ESTOU MUITO CHATEADA, POIS A RUA GUAIAUNA, sempre foi um ícone na estória do nosso Bairro Penha.,

    1. Oi Luana, meu nome é Walter, e eu morei na Rua Guaiauna, 366, era uma Loja de Hidráulica de meu falecido Pai; O lugar a que você se refere, era HORTOLÂNDIA, uma chácara de familia alemã de sobrenome Pekne, que produziam plantas, arvores, flores para montar jardins em residências, empresas, etc. Hoje no local existe um conjunto de prédios residenciais, mas o Castelinho da familia, (assim que chamávamos), está lá até hoje, parece-me que la funciona unidade da PMSP da Sec. da Educação.

  5. Essa regiaõ precisa urgentemente, passar por uma revitalização urbanistica, pois se trata de uma das rua mais antiga da Penha, e que teve seu auge entre 1960 á 1980. A sub-prefeitura de Penha, juntamente com prefeitura de São Paulo, precisa lançar um pacote de medidas que visam melhorar a infraestrutura dessa região, pois falta alça de ligação com a radial leste e outras vertentes da região. Uma das soluções seria construção de um mini anel viário, com ligação para radial leste.
    Obs: Surgiu uma favela atras do antigo terreno da Caio, trazendo mais problemas para região, aumemto do numero de assaltos. As Autoridades precisam tomar medidas urgêntes.

  6. Luana e Walter, legal mesmo…..eu lá com os meus 10 anos de idade (hj tenho 49), brincava todos os finais de semana na Hortolândia…tinham vários campos de várzea (futebol amador)….abraços

  7. Ali só sobrou a Fábrica de Papel Sta Terezinha que minha avó trabalhou lá, rsrs, eu lembro que tinha que atravessar a linha do trem para passar para o outro lado da radial, tinha uma cancela e tinha uma cabine que tinha um guarda, os carros ficavam esperando o trem passar,depois por volta de 1978 começou a construção do viaduto Eng. Alberto Badra, hj viaduto Aricanduva e também lembro da construção da Estação Penha do metrô e da sua inauguração tb em 31 de Março de 1986.

  8. Lindo bairro a Penha de França ♥
    Repleto de contrastes do ontém e do hj.
    Sou fã desse bairro, desde criança quando frequentava o shopping Center Penha (localizado na rua: Drº João Ribeiro) com minha mãe e minha irmã…
    Afinal Guarulhos é cidade vizinha, e sempre que possível visitavamos o centro desse bairro maravilhoso do qual sempre gostei e admirei, pela sua história e beleza.
    Principalmente em minha adolescência onde passei a frequentar a Led Slay – Tatuapé (Av. Celso Garcia), infelizmente hj não mais em funcionamento.
    É uma pena a história de lugares e bairros repletos de vida serem apagados pelo tempo. =\
    Apenas ficarão as lembranças na memórias daqueles que vivenciaram os bons momentos.

  9. Muito Legal! Fico viajando aqui vendo fotos antigas, histórias e tals…hoje moro numa travessa da Rua Guaiaúna, a rua Dr. Ismael Dias e concordo que uma parte da Guaiaúna ficou deserta. Muitos comércios abandonados.
    Parece que vão contruir um prédio residencial na rua, isso pode ajudar a região com novos comércios. Pena que atrás desse mesmo prédio tem uma favela, isso mancha a imagem do nosso bairro.

  10. Fico chateado. Trabalhei na Rua Guaiaúna (Bradesco), em 1973. Naquela época a Rua era muito movimentada, um bom comércio, a indústria também se fazia presente

  11. Alguém poderia me informar por gentileza de nesta rua existiu alguma fábrica de papel santa terezinha? estou procurando informações sobre duas senhoras que trabalharam nesta fábrica, uma se chama Margarita e outra Maria Conceição. Trabalharam nesta fábrica por volta dos anos 70. Se alguém puder me ajudar eu ficaria muito grato.

  12. A rua guaiauna foi um ponto forte do comercio na região da zona leste, com o fechamento da passagem de nível na linha do trem e a construção da av.radial leste, o comercio e a circulação de veículos e pessoas ficou reduzido, prejudicando o comercio local. Mantemos na rua julio colaço,430, a séde da Associação Atlética Guaiauna, fundada em 1930, pelo meu avô Alfredo Guarnieri.

  13. UM saudosismo danado…tenho muita saudade da penha, Nasci e vivi muitos anos na penha, mais precisamente na Rua guaiaúna, 673, esquina com a Rua aracati…meu avô era barbeiro e na garagem da nossa casa tinha seu salão…muitas conversas entre um cliente(amigo) e outro, e eu cresci assim jogando bola na rua, descendo de carrinho de rolemã na aracati, betari, major Angelo Zancchi, muitos amigos, muitas histórias…meu primeiro emprego foi na guaiaúna com recife, na Farmácia Flávio (quem se lembra?) depois trabalhei numa agencia de publicidade ao lado da drogaúna, próximo ao bradesco, andei muito de 208-a penha/lapa…enfim, a velha e boa Penha…saudades!

    1. Alguém se lembra de uma padaria que havia na Guaiauna perto da antiga cancela do trem

  14. Olá pessoal, alguém sabe me dizer quem é o proprietário desse imóvel (Guaiaúna, 473), passei lá hoje é tem uma placa de aluga com nome de uma Mulher (Lucia Nizzoli) dizendo que ela que é a proprietária. Alguém sabe se essa informação é correta?
    Obrigado!
    Abraços

  15. Esse armazém ficava na esquina com a Rua Cirino de Abreu. A casa onde nasci é na esquina oposta.

  16. discordo vcs tratarem as comunidades como mancha o bairro lá dentro tem muita gente de família que trabalha na casa devcs que se dizem ricos ou das classes A e B desprezam quem mora lá as pessoas se tivessem dinheiro não estariam lá pode ter certeza o amor de muitos esfriou hoje vc tem uma casa pra morar vc não sabe o dia de amanhã vários ricos se matando por não aceitar a falência hj vc tem emprego num país que ninguém sabe o futuro certo dele com a crise aumentou numero de ordem de despejo na cidade de São Paulo ou orar pra Deus por mais amor no coração de vcs que ele perdoe por essas palavras o mundo é dos humildes favela não quer dizer que o povo não seja honesto e nem tudo de ruim está lá dentro hj vc tem e o amanhãm só pertence a ele nosso pai celestial vi vários que andava de mercedes hj mora na rua

Deixe um comentário!

%d blogueiros gostam disto: