Google Analytics is a powerful tool that tracks and analyzes website traffic for informed marketing decisions.
Service URL: policies.google.com (opens in a new window)
_gac_
Contains information related to marketing campaigns of the user. These are shared with Google AdWords / Google Ads when the Google Ads and Google Analytics accounts are linked together.
90 days
__utma
ID used to identify users and sessions
2 years after last activity
__utmt
Used to monitor number of Google Analytics server requests
10 minutes
__utmb
Used to distinguish new sessions and visits. This cookie is set when the GA.js javascript library is loaded and there is no existing __utmb cookie. The cookie is updated every time data is sent to the Google Analytics server.
30 minutes after last activity
__utmc
Used only with old Urchin versions of Google Analytics and not with GA.js. Was used to distinguish between new sessions and visits at the end of a session.
End of session (browser)
__utmz
Contains information about the traffic source or campaign that directed user to the website. The cookie is set when the GA.js javascript is loaded and updated when data is sent to the Google Anaytics server
6 months after last activity
__utmv
Contains custom information set by the web developer via the _setCustomVar method in Google Analytics. This cookie is updated every time new data is sent to the Google Analytics server.
2 years after last activity
__utmx
Used to determine whether a user is included in an A / B or Multivariate test.
18 months
_ga
ID used to identify users
2 years
_gali
Used by Google Analytics to determine which links on a page are being clicked
30 seconds
_ga_
ID used to identify users
2 years
_gid
ID used to identify users for 24 hours after last activity
24 hours
_gat
Used to monitor number of Google Analytics server requests when using Google Tag Manager
1 minute
Respostas de 15
Um verdadeiro achado!
Eu trabalhei tempos atrás, numa empresa que ficava num casarão na Mooca.
Lá havia um grande cofre,que foi abandonado aberto.Dentro, estavam alguns livros de atas de reuniões da empresa que ali funcionou anteriormente.Bem parecidos com essa preciosidade da matéria.
Eu me lembro bem da dona Salete, que era a responsável pela limpeza: ela disse, ao tomar contato com os livros, que “foram escritos à pena”, para vocês terem idéia da beleza, do capricho da ortografia. Aliás, bem parecida com as letras do livro da delegacia da Luz. Boas lembranças!
Interessante o registro desse livro, parece que naquele tempo o brasileiro ainda não era tão safado como hoje, parece que aprendemos com os imigrantes aqui residentes a arte de levar vantagem em tudo. Ótimo material para ser registrado em nossa historia. receba os Parabéns.
Quem dera se hoje as ocorrências coubessem num livro como esse, hoje em dia temos o IIRGD onde são armazenadas informações como essas e mesmo na era da informática e da internet até os policiais devem se perder no meio dos arquivos, também há o problema hoje de o governo do Estado não abrir concursos suficientes para suprir a falta de pessoal que vai se aposentando e/ou falecendo, se hoje os caras resolvem abrir 2.400 vagas, eles simplesmente não abrem essas de uma vez, mas sim eles abrem três concursos iguais de 800 vagas para pegar o dinheiro da inscrição dos candidatos 3 vezes, concurso público hoje virou engorda de caixa, infelizmente, e isso não é só no âmbito da policia, mas sim em outros órgãos públicos também, por isso que cada vez que eu ouço alguém falar que “funcionário público não trabalha” eu acho um absurdo, pois justamente por esses motivos que eu disse acima é que funcionário público trabalha por dois, as vezes até por três e não dá conta de todo o serviço, daí o fato de o povo achar que “funcionário público não trabalha”
Mudando de assunto, só uma curiosidade, provavelmente o número que você falou no livro que seria a “credencial” do policial, provavelmente esse número seria o que hoje no funcionalismo público se chama “funcional”, todo e qualquer funcionário público tem, mesmo os aposentados, é uma carteirinha que consta entre outros números de documentos o número da matrícula dele perante ao órgão público em que ele trabalha e um dos dados dela é a data em que o funcionário tomou posse do cargo público, provavelmente em 1901 não era assim, mas é hoje em dia.
P.S: Se você estava com as duas mãos no livro, quem estava segurando a câmera??? 😮 😮 😮 😮
Bons tempos aqueles, que os criminosos em apenas “gatunos”, “ébrios”, “vagabundos”, etc.. Aprecio muito estes tipos de registros antigos, pois expressam muito bem o cotidiano da época. Quanto à falta de menção a chapéus, há uma explicação que a mim me parece plausível: é que os chapéus, naquele tempo, sendo acessórios indispensáveis à indumentária masculina, creio que achavam desnecessário fazer menção expressa aos mesmos, nos recibos de restituição dos pertences arrecadados aos presos. .
Caros amigos, apenas um lembrete caso vocês não conheçam um pouco de gíria do Distrito Federal que eu e minha esposa vamos incorporando ao nosso vocabulário aos poucos: aqui dizer que alguém é fichado é o mesmo que registrado, isto em relação a emprego. Não tem nada a ver com enquadrado na polícia e na justiça.
Interessante! Aqui fichado é negativo…
Esse é tipo bolacha ou biscoito!
Por isso que o site se chama São Paulo Antiga.
Quando houver um equivalente no DF, vcs colocam o nome que quiserem.
E se tiverem oportunidade de dar uma conferida em edições do DFTV, o equivalente local ao SPTV ou RJTV, não percam: o nível daqui é muito risível, particularmente com o locutor Antônio de Castro.
Marcelo nasci em Brasília e tenho muito orgulho de minha cidade, por isso gostaria de saber o que você chama de “risível” em relação aos nossos telejornais locais ? É bom lembrar que o Brasil é um só, estamos todos no mesmo barco….
Esqueci de avisá-los no post anterior: melhor conferir no Youtube. Também deem uma conferida no Marcelo Cosme tentando falar sem sucesso Jacarepaguá: aqui vale acrescentar que escalaram o cara para fazer matéria no Rio para a Globo News e aí a falta de preparo dele foi evidente.
TODAS AS MATÉRIAS SÃO MARAVILHOSAS. UM PASSEIO PELO PASSADO. PARABÉNS PELA DEDICAÇÃO E PELO TRABALHO.
Cintos e gravatas eram retirados (e o são até hoje) para evitar que o preso se enforcasse.
“Gatunagem” era o termo empregado descrever furtos em residências praticados à noite. Gino Meneghetti ficou famoso praticando essa modalidade de crime.
Parabéns pelo vídeo e, mais ainda, pela nobre iniciativa de preservação da história da nossa Pauliceia! Por falar nisso, o Instituto já conta com uma biblioteca aberta ao público? Abraços, Douglas
Olá Pedro, boa tarde!
A biblioteca completou dois anos aberta ao público semana passada. O acesso é livre para os apoiadores semestrais ou anuais do Instituto São Paulo Antiga.