Seguro morreu de velho

Bastante conhecida pelos brasileiros, a expressão “seguro morreu de velho” é bem antiga. Junto com outros temos igualmente assimilados pelo cotidiano da nossa língua, como “quem tudo quer tudo perde”, estão por ai pelo menos desde o século 19.

No início do século 20 a expressão “seguro morreu de velho” também foi utilizada para alertar a população dos riscos a má utilização dos serviços prestados pelos bondes.

A campanha alertava para os leitores prestarem atenção ao atravessar a rua quando esta ter tráfego intenso dos bondes, cuidado ao desembarcar, precauções a tomar quando usar o transporte em pé e até para o risco de crianças que gostavam de brincar penduradas na traseira do veículo.

Trazemos aqui 4 dessas ilustrações, divirtam-se:

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6 respostas

  1. Prezado Douglas: adorei os desenhos de “antanho”…risos, ainda mais dos tempos dos bondes, que não me lembro, infelizmente…pois foram “destruídos e proibidos” antes de que eu tivesse noção!!! Não posso deixar de mencionar que na cidade do Rio de Janeiro, há bem pouco, foi inaugurada uma linha de VLT – de verdade…coisa que nós paulistas, vamos ficar esperando, como sempre…e os comentários das pessoas lá, foram exatamente sobre os tempos dos…bondes!!! abraços.

  2. A expressão é “Seguro morreu de velho”, mas continua viva e com aplicação prática até hoje: ao mesmo tempo antiga e atual.

  3. Muito interessante notar a publicidade e a linguagem de antigamente. Meu avô materno foi condutor de bondes, e infelizmente, faleceu de maneira trágica, em uma circunstância assim. Gostava muito de passear pelo Ipiranga antigo, e atravessou a rua atrás de um ônibus, não tendo sido visto pelo motorista do carro que vinha no sentido contrário. As testemunhas informaram que a culpa pelo triste ocorrido não foi do motorista do automóvel. Mas, voltando a falar da linguagem, os pancadões dos tempos atuais são de doer. Nada contra a música das camadas mais populares, pelo contrário, respeito toda forma de boa música, mas a dita arte ter chegado em um nível tão baixo é de se lamentar demais. Espero que melhore, senão onde a música irá parar em 2050?

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