Casarão – Rua Caio Prado, 225

Este casarão é um dos poucos remanescentes de um período em que a Rua Caio Prado era repleta de residências de alto padrão. Atualmente restam apenas 4 casarões nesta rua e este é o que apresenta maior estado de abandono.

Crédito: Douglas Nascimento / São Paulo Antiga - Clique para ampliar.

Seu antigo portão original foi emparedado, a única entrada de acesso é pelo portãozinho do lado esquerdo. Observando a casa podemos notar vários vidros quebrados, forro caindo em alguns cantos laterais e pelo quintal vários tijolos empilhados que podem ser de demolições em seu interior que não foi possível averiguar.

Um belo exemplar da São Paulo de outrora que precisamos ficar muito atentos, para que não venha a desaparecer.

Veja outra foto deste casarão (clique para ampliar):
Crédito: Douglas Nascimento / São Paulo Antiga - Clique para ampliar

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22 respostas

  1. Por gentileza: poderia informar-me através de uma pequena biografia quem foi Caio Prado? Recebo diáriamente solicitação de estudantes secundarista,que querem saber quem é o Caio Prado que da nome a rua Caio Prado.E quase sempre socorro-me da biografia de Caio Prado Junior, seu filho, para responder tal solicitação. Agradeço

    1. Caio Prado foi notável político paulista, parlamentar e jornalista no tempo do Império. Como jornalista, redigiu em São Paulo “A República” e o “Correio Paulistano”. Presidiu a Província do Ceará. Faleceu em Fortaleza em 25 de maio de 1889.

      Extraído do site “dicionário de ruas da prefeitura de são paulo-sp”

      1. Morei nesta casa, era uma pensão chique, explorada pela senhora Anita, cuja neta ou filha não me lembro bem, chamava-se chiquinha, moça linda que casou-se na casa, lá pelos anos de 1.957 se me lembro, se for parente ou conhecê-lo entre em contato, imail:
        Rose.isa@terra.com.br.
        Abs.

  2. Gracinha de casa, em pleno centro. Em frente a ele ficava o maravilhoso prédio do colégio Des Eausseau (sei que escrevi errado), que ainda tive oportunidade de ver, na década de 1970, mas logo demolido. E nos fundos da casa, o ex-prédio do colégio Porto Seguro, depois transformado na escola estadual Caetano de Campos. Fui de sua primeira turma, em 1978. Uma casa cercada pela Educação. Será que foi de professores? Valeu!

  3. Nossa, inegável, o Colégio Des Oiseaux era INCRIVEL
    é uma pena que foi demolido, afinal podiam ter utilizado então a parte do terreno que era ocupada por jardins e deixado o prédio principal!
    Essas coisas que entristecem alguém como eu que gosta do antigo e do novo na cidade!

    1. Imagine,morei nesta casa de 1.953 a 1.957 dos 4 aos 8 anos, ficava sentado na escada lateral vendo movimento dos alunos, entrada e saída , era a elite paulistana, só carrões, coisa de novela de época, as imagens em minha mente são nítidas.
      Não volta mais, guardemos a história.
      Abs.acacio franco

      1. Ola Sr. Acácio! Estou fazendo uma pesquisa de doutorado sobre a historia da rua Augusta e região durante a década de 1950. O senhor poderia colaborar com meu trabalho dando seu depoimento sobre a época para mim? Se o senhor puder, por favor, escreva para meu e-mail: gkcesarino@yahoo.com. Serei muito grata!!!!! Um grande abraço! Gabriela.

  4. Ah, e pela foto podemos ver que já não existe mais a escada de acesso a casa!

  5. quem foi caio prado de acordo com o dicionário de ruas:
    Caio Prado foi notável político paulista, parlamentar e jornalista no tempo do Império. Como jornalista, redigiu em São Paulo “A República” e o “Correio Paulistano”. Presidiu a Província do Ceará. Faleceu em Fortaleza em 25 de maio de 1889.

  6. Já que vocês querem levantar a bandeira e chamar atenção pra casa, chamem atenção também para a rua, se puderem.
    As calçadas são totalmente esburacadas e estão SEMPRE, eu disse SEMPRE cheias de lixo jogado e fezes. É uma rua terrível de ruim pra quem é pedestre. Não surpreende que esta casa esteja também em ruínas.
    Abraços

  7. O sol nasceu para todos, mas os prédios deixam seus vizinhos na sombra. Já morei em um sobrado onde construíram dois prédios, um em cada lado. Simplesmente ficou inabitável, a casa não pega sol e começa a cheirar a mofo. No inverno não há sequer como secar roupas. É lamentável.

  8. A casa está bonita, mas o muro……. reperei que em São Paulo tem muitas pichações, muita lambança e poluição visual. Isto no muro da casa não é grafitti, não é arte, é sujeira mesmo!

  9. Pelo que eu sei foi aberto processo de tombamento desde 2004, pela Prefeitura, deste e dos outros dois imóveis da mesma rua, o 79 e o 211.

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