Edifício – Rua Florêncio de Abreu, 327

Atenção: Este artigo foi atualizado em 16/08/2017!

Depois de muitos anos em uma situação de completo abandono, temos a felicidade de divulgar que o edifício foi completamente restaurado:

Este antigo edifício de três andares da Rua Florêncio de Abreu, chama a atenção pelo fato de possuir uma arquitetura bastante singular e rica em detalhes. É realmente gratificante saber que ao invés de ser descaracterizado ele voltou a sua plenitude.

Nossos parabéns ao proprietário!

Veja abaixo mais duas imagens do edifício:

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Abaixo o texto de 2010 com as fotos do edifício antes da restauração:

Apesar disso, mesmo estando de ocupado no térreo por uma loja, seus andares superiores estão todos vazios e a construção encontra-se em um razoável estado de abandono.

É possível ver pedaços da fachada prestes a cairem devido a péssima conservação, o que pode eventualmente causar acidentes com as pessoas que transitam na rua, uma vez que trata-se de uma região com alto número de pessoas caminhando.

Na foto o edifício e seus vizinhos mais próximos (clique para ampliar).

Não é raro encontrarmos edifícios nesta situação, ocupados no piso inferior e completamente vazios nos demais. Uma restauração rapidamente poderia atrair interessados em morar ou manter escritórios em local tão aprazível. Bem próximo deste edifício está a Casa da Bóia, exemplo de como é possível aliar o comércio ao bom gosto.

Confira outras fotos deste edifício (clique na foto para ampliar):

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9 respostas

  1. Nossa… esses 2 andares poderiam ocupar escritórios. Depois reclamam da falta de imóveis para alugar. Ficaria com pena de largar um imóvel assim e se não tivesse mais condições de fazer manutenção, venderia.

  2. Douglas, parabéns pelo site e pelas reportagens, está maravilhoso.
    Abraços
    Cristiane

  3. Douglas passei esses dias na Florêncio de Abreu e vi que esse lindo imóvel estar sendo reformado espero que em breve você faça outra matéria sobre ele

  4. Douglas, apesar de se tratar de um assunto importante, sua matéria ficou um pouco parcial uma vez que não aponta todas as dificuldades que o proprietário de um imóvel desses têm junto a prefeitura para restaurá-lo e conservá-lo. A “burrocracia” é imensa, um projeto apresentado demora meses (ou até anos) para ser aprovado mesmo que seja bancado unicamente pelo dono do imóvel… Ver comentários “culpando” o dono ou sugerindo a venda do imóvel é tão irritante quanto a espera pela aprovação dos órgãos competentes para executar uma obra que visa restaurá-lo. Sugestão: numa próxima, tente contato com o proprietário, escute o que ele tem a dizer, ñ acredito ser da vontade do dono ter seu imóvel desvalorizando. Outra idéia vá atrás do Conpresp e Condephaat para saber a média de tempo na aprovação dos projetos que chegam até eles, quais os empecilhos colocados por eles para que alguém mantenha o patrimônio histórico devidamente conservado. Busque a prefeitura para saber o pq não aprovam os projetos cujos proprietarios pretendem bancar sem apoio de outras instituições nem patrocínio!

    1. Maria, como vai ?

      Tudo isso que você apontou eu já conheço pois sei como é difícil lidar com o poder público quando a questão é tombamento ou restauro. É uma grande “burrocracia” mesmo e muitas vezes passa uma grande impressão de má vontade do poder público. Se ler outros artigos aqui no site, só imóveis são cerca de 1000, verá que sempre menciono a dificuldade dos proprietários, não há “parcialidade” aqui, pelo contrário.

      Os comentários são livres e democráticos, mas muitas vezes são feitos por leitores que podem não entender direito o problema. Aqui tem espaço para todos os lados, pena que muitos dos proprietários não falam. Abraços

  5. Douglas passei hoje de tarde em frente a esse prédio e ele foi restaurado tirei uma foto como faço para te enviar?

  6. Que maravilha! Parabéns ao proprietário e espero que mais pessoas como ele surjam no horizonte, Quando eu ganhar a MEGASENA vou me dedicar a restaurar essas joias.

  7. Quanta memória histórica desaparecendo, ou por falta de condições financeiras ou por desleixo por parte do proprietário.

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