DF Vasconcellos

Um prédio sempre chamou a atenção dos moradores e frequentadores do bairro de Planalto Paulista nem tanto pelo seu estilo, mas sim pela curiosa abóbada bem no centro da construção: um observatório com a característica porta corrediça, que permite a passagem de uma grande luneta para observar os astros distantes…

Estávamos em 1947 quando foi inaugurado na ainda distante Avenida Indianópolis, 1.706 o prédio industrial que passaria a ser a sede da D.F Vasconcellos S.A. Óptica e Mecânica de Alta Precisão.

Imagem aérea da DF Vasconcelos – Década de 1960 (clique para ampliar)

A D.F. Vasconcellos foi fruto da tenacidade de um jovem santista chamado Décio Fernandes de Vasconcellos que, desde cedo, se interessava por tecnologia e que, em 1940, por volta dos 30 anos de idade, escreveu ao Presidente da República de então se propondo a fabricar um instrumento de observação – telêmetro de depressão – para a Marinha usar nas unidades de artilharia de costa. Chamado pelo Ministro da Guerra para explicar seus planos, saiu da reunião com o apoio necessário para iniciar a fabricação de tal aparelho, antes importado, já no ano seguinte.

Na foto: Décio Fernandes Vasconcellos

Tal foi o sucesso de sua empreitada que, em 1947,  já estava instalada no icônico edifício do Planalto Paulista aquela que seria a pioneira e a mais conhecida indústria de precisão do Brasil.

Daí para frente a D.F.Vasconcellos ou simplesmente DFV, passou a ser conhecida como uma empresa dedicada a instrumentos de precisão, tais como binóculos, máquinas fotográficas, microscópios, teodolitos, lunetas e até brinquedos, se é que assim podemos chamar o Poliopticon, estojo com peças de encaixar, que possibilitavam a construção de diversos e diferentes instrumentos ópticos e que, sem dúvida, influenciou gerações de jovens brasileiros no desafio de descobrirem suas aptidões profissionais. Na década de 1950 passavam de oitenta os produtos fabricados pela DFV.

Na foto o Poliopticon, um dos sucessos da empresa

Mas não só os produtos ópticos eram apresentados nos catálogos da DFV, afinal, pistolas de pintura e até carburadores dos mais diferentes modelos eram fabricados sob licença da The Bendix Corporation fabricante dos famosos carburadores Zenith e Stromberg.

Esta atividade no setor de autopeças, inclusive, levou Décio F. Vasconcellos a ser diretor do Sindipeças em dois biênios.

Na imagem: Catálogo geral dos carburadores DFV

A DFV atendia todo o mercado nacional. Para esta linha de produtos foi construída uma unidade na Avenida Interlagos, 665, que depois se transformou na Wecarbras S/A em referência à fabricante de carburadores Weber, também pertencente ao grupo Bendix. Em 1979 a DFV acabou vendendo esta divisão para a Weber, passando a se dedicar inteiramente ao setor de produtos ligados à óptica.

Quanto ao prédio da Avenida Indianópolis, este foi desativado pela DVF em 2010 e, desde que deixou a região, o imóvel encontra-se fechado apesar de ter sido comprado em 2011 pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, o CRECI.

Fachada da DFV em 2011, já com as atividades encerradas (clique para ampliar)

Na época do negócio, o plano era recuperar o edifício preservando as características originais da construção. O custo da reforma estava estimado inicialmente em R$ 8 milhões, incluindo aí a recuperação do observatório, com o objetivo de criar no local um centro cultural para estudantes.

Por ser um dos primeiros imóveis de cunho industrial de região do Planalto Paulista, se mantém a expectativa de que a antiga fábrica seja preservada como um patrimônio da região; afinal, nada foi feito até agora a não ser a colocação dos tapumes que cobrem toda a fachada.

Sem dúvida, seria um gesto nobre quando da reforma do prédio a manutenção do letreiro “D. F. Vasconcellos”, que existe sobre a porta principal do prédio; afinal, trata-se de uma referência e demonstraria a sensibilidade e responsabilidade históricas daqueles que, com tanto empenho, fazem a intermediação dos negócios imobiliários em nossa cidade.

A fachada originalmente era sem muros altos, valorizando o prédio fabril

OBSERVAÇÕES:

– Décio F. Vasconcellos participou da diretoria do Sindipeças em 1964/66 e 1966/68

– Quanto à DF Vasconcellos, a empresa se mudou para Valença, no estado do Rio de Janeiro, onde continua com suas atividades fabricando aparelhos de absoluta precisão, como microscópios cirúrgicos e micro cirúrgicos, continuando sua saga pioneira na indústria de ponta no Brasil desde 1941.

CURIOSIDADES:

As câmeras fotográficas produzidas pela DF Vasconcellos são até hoje muito populares e procuradas por colecionadores em entusiastas da fotografia analógica, onde ainda se utiliza o bom e velho filme fotográfico.

Uma das câmeras era compacta Zina 25, muito apreciada para ensinar crianças e adolescentes ao mundo da fotografia (foto acima).

A outra era a Kapsa que pode ser vista abaixo em dois momentos, na linha de produção dentro da DFV e um raríssimo exemplar novo, jamais usado e ainda na sua embalagem original que pertence ao acervo do Instituto São Paulo Antiga.

clique na imagem para ampliar

Veja mais fotografias do local quando estava em situação de abandono (clique na miniatura para ampliar):

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:

– Revista da Esso edição do 3º bimestre de 1957
– Gattás, Ramiz. A indústria automobilística e a 2ª. Revolução industrial no Brasil. Prelo Editora. 1981
– Blog Opaleiros Guararapes
– Blog Cola Fina e Casca Grossa
– O Estado de S. Paulo – acervo – diversas edições consultadas
– Catálogos da coleção José Vignoli

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95 respostas

  1. Atrás dessa fabrica,por volta de 1960, existia um terreno baldio, onde a DFV vez por outra jogava o lixo da fábrica e eu menino com 12 anos naquela época , ainda morava perto da igreja de São Judas, ia a pé até lá procurar lentes e voltava contente porque sempre achava.Que saudades!Se não me engano a DFV fabricava também carburadores de automóveis cuja fabrica ficava na Av.Interlagos, onde hoje é uma concessionaria Fiat.

    1. Eu conhecia a DFV exatamente pelos carburadores, que não tinham uma reputação das melhores em comparação com os Weber.

      1. Prezado Daniel, quando a Weber se instalou no Brasil, com o nome de Wecarbras, ela já tinha comprado a DF Vasconcelos, e passou a produzir o carburador Weber. Antes disso só havia no Brasil duas fábricas de Carburadores ou melhor três, a Solex, a DFV com licença americana (Stromber) se não em engano, e a Super Test que fabricava o carburador Holley com licença americana, que pouco tempo durou e acabou falindo. Mas enquanto haviam essas duas fábricas, DFV e Solex, as duas fábricas forneciam as montadoras, com equilíbrio de qualidade, por isso sua informação não corresponde, ok?

        1. Até hoje o que eu mais vejo em se tratando de referências aos carburadores DFV são desabonadoras, como aquela piada sobre a sigla significar De F**** a Vida, ou fotos de portões da sede da empresa acompanhadas de dizeres como “os portões do inferno”, em alusão a dificuldades para mantê-los corretamente regulados.

    2. Eu morava lá perto e também ia com os amigos no terreno baldio pegar lentes rejeitadas. Ficávamos queimando papel ou acendendo cigarro com a luz do Sol focada através das lentes.
      Meu pai trabalhou lá de 1952 a 1955 e ele comprou a máquina Kapsa que era fabricada lá e também me deu de presente um Poliopticon, que era um kit ótico que deveria existir até hoje.
      Há uns 15 anos mais ou menos consegui comprar um para meus filhos.

      1. Prezado Edison, pesquisando pela fábrica DF Vasconcelos na internet estimulado por ter revisto o manual do Poliopticon encontrei esse blog e concordo com você acerca dos valores daquele marcante brinquedo. Tenho 48 anos e ganhei um desses quando tinha uns 13/14 anos. E foi um dos presentes mais marcantes da minha vida e guardo até hoje. Sou de Niterói-RJ. Saudades do passado como um todo. Rio e São Paulo estão muito cansados.

      2. Caro Edson, como vc ganhei de meu pai uma luneta DFV e que guardo com o maior carinho, mas sem querer meu netinho um dia desrosqueou a ocular e saíram todas as lentes e espaçadores e não consigo monta-las de forma correta, esta luneta possui 5 lentes, 4 espaçadores e 2 anéis metálicos, por um acaso neste manual do Poliopticon não tem instruções de como montar uma luneta similar a minha. Antecipadamente agradeço.

  2. Nossa… sempre me perguntava o que era esse prédio. Achava que se tratava de algum instituto público de astronomia o que explicaria a aparência de desdém e abandono.

    1. Eramos dois, sempre quis saber o que era esse prédio e o que essa empresa fazia. Aqui em Osasco tem muitos prédios antigos abandonados, uma parte de uma bairro que tá abandonada, parece até a cracolândia de São Paulo.

  3. Residi alguns quarteirões atrás da D.F.V. e, naquele tempo (1965-1971) o edifício não possuía essas árvores frondosas que agora se vê. Todo o prédio era inteiramente visível.
    Naqueles tempos, um tio meu, de Pernambuco, que possuía uma loja de artigos fotográficos em Garanhuns-PE, desejou visitar as instalações dessa indústria e eu, adolescente, o acompanhei. Foi muito bonito conhecer por dentro a empresa. Ainda mais porque possuía o celébre “brinquedo” POLIPTICON, jogo de lentes e armações que possibilitam montar vários aparelhos ópticos (ainda possuo essa caixa, em perfeito estado de condição).

  4. Acredito que alugaram ou venderam este prédio, pois está com uma faixa que diz CRECI.
    Espero que restaurem o prédio, conservando-o no mesmo estilo, são os meus votos.

    1. O prédido foi vendido para o CRECI, segundo se comenta por R$# 22.000.000. Pelo que sei vai ser a sede do CRECI SP com cerca de 130 funcionários.

      1. Ao lado da Df Vasconcelos, tem uma escola estadual, onde o ex-presidente criador ( risos ) do tal REAL, Fernando Henrique Cardoso, vota de 2 em 2 anos…

        Eu acredito que ele olhe pra antiga sede da DF Vasconcelos e se pergunte: “O QUE QUE DEVE SER ESSE PRÉDIO, DESSE JEITO NÃO DÁ, DESSE JEITO NUM PODE SER!”

        Mas quem se acostuma com a cracolândia se acostuma tb com um prédio quase histórico nessas condições não é mesmo!?

  5. Tenho 46 anos de formada e nunca encontrei um Colposcópio melhor que o D F Vasconcelos. O que uso já tem 30 anos e é o segundo que comprei. Continuo trabalhando e agora estou necessitando de outro aparelho. Como o preço está muito elevado gostaria de saber se é possível recuperar as lentes.

    1. Trabalho na DFV desde 1976, estou agora em Valença , seu aparelho pode sim ser recuperado , teria que ser analisado, favor entrar em contato com nosso setor de assistência técnica. A parte optica principalmente.

      1. Eduardo, trabalhei nos anos 80 com o Seu Garcia no depósito, ( Garcia, Paulo, Júlio, Evanildo, Maurício e Mauro ) por um acaso vc era o Eduardo magra, branco e que usava óculos? Vc dizia uma frase que aprendi e utilizo hoje: ” EU NUNCA ERRO! QUANDO ERRO, SÓ EU PERCEBO O ERRO!” Risos! Se for vc, vc deve estar com uns 200 anos e o Brunelli uns 276 anos, kkkkkkkk! dr.maurobarbieri@uol.com.br

      2. GOSTARIA DE SABER SE VOCÊ TRABALHOU NA DF DE VASCONCELLOS DA AVENIDA INDIANÓPOLIS QUE EXPOE O SITE SÃO PAULO ANTIGA.pOIS PROCURO UMA PESSOA QUE TRABALHOU LÁ TAMBÉM COMO INSPETOR DE QUALIDADE.E gostaria saber mais informações como faço para buscar registros da empresa.

          1. Trabalhei lá de 1971 até 1978 – na engenharia.Robson.

          2. Trabalhei lá, de 84 a 87 no Almoxerifado final, com o Seu Garcia, no 2º andar, ao lado da Pintura e das criações das Lentes.

          3. Olá Paulo tmb trabalhei na ferramentaria de 80/84 com o Roberto seção de dispositivos, da afiação só lembro do João vermelho, hoje estou correndo atras do ppp pra me aposentar
            abrç

  6. O observatório era funcional sim… um amigo meu trabalhava lá e me contou, ele trabalhava lá com lentes pra armamentos.

    1. Trabalhei lá e nunca ví aquilo funcionar!
      O restaurante e a enfermaria e o berçário era ao lado, me parece que era só estética arquitetônica.
      Roberto Stefanuto

  7. Trabalhei na DF Vasconcelos por 3 anos, me formei como homem profissional que sou hoje lá.

    Deveo a DF Vasconcelos a minha formação profissional, e se tenho foco nas coisas a um dos grandes homens que passaram por essa empresa, seu Décio Vasconcelos, um senhor aparentemente muito rico e já com a saúde comprometida e ao senhor “Garcia”, um espanhol que entendia tudo de estoque, de contar centenas de parafusos do tamanho da cabeça de um alfinete a megas auditorias internacionais, ufa! Tempos loucos akeles…

    Trabalhei na DF Vasconcelos entre 83 e 86, lá brinquei de perto com duas coisas que me deixaram louco pra um garoto de 13 anos, um foi a “grande cúpula” onde ficava o maior telescópio urbano do pais, “vi estrelas cadentes passando por meus olhos iguais eu via nos filmes do guerra nas estrelas, e a outra coisa foi, eu segurando um cigarro a uns 20 metros e a barbatana do foguete AMX do avião Tucano da Embraer me seguindo, parece que estava vivo, pronto pra correr atrás de mim igual nos desenhos animados do Pica-Pau, o foguete fazia isso por causa de um sensor óptico que tinha numa espécie de olho, “parecia um filme do exterminador do futuro.

    Foi onde eu ganhei meu primeiro salário, “lembranças com lágrimas”, como deixaram um prédio inteiro branquinho, branquinho apodrecer, como deixaram a DV Vasconcelos com mais de 60 anos de São Paulo ir pro estado do Rio,he São Paulo, he São Paulo.

    1. amigos como tanta coisa pode se esconder atras de uma marca, pelo visto uma grande marca. ganhei recentemente um binoculos e como gosto de equipamentos opticos, tratei de limpar e restaura-lo, e como esta em bom estado logo procurei pela marca na web e eis q a surpresa, ainda mais dpois de ler o post do amigo Mauro Barbieri, q ha uma historia de vida por tras de um produto. compartilho com tudo o q disseram e tb mesmo nao tendo conhecido tao bem assim a empresa, vejo como uma perda para SP um empresa importante como esta, ainda mais nos tempos que vivemos de produtos descartaveis, improvaveis, inuteis, e nada, nada duraveis (falo do q ja sabem, taiwan, ching ling,etc). uma perda mesmo.

      abs a todos.

      1. Caro amigo Bruce.

        Uma outra histórinha da DF Vasconcelos pra vc meu amigo…

        Um dia, eu, levando peças de um setor para outro, me deparei com um técnico, “tatuado e com cabelo moicano”, hoje já choca, imagine naquela época, outro detalhe, ele trabalhava no setor militar da empresa…

        Eu menino de tudo, não me aguentei e acabei me aproximando dele, fizemos amizade e ao longo do tempo e me permitiu perguntar: “cara como um punk consegue trabalhar aqui e ainda por cima no setor militar?”

        RESPOSTA: Eu sou especialista em binóculos! De qualquer marca, de qualquer nacionalidade, de qualquer alcance…

        Não entendi bem a palavra “alcance” e perguntei, alcance?

        Ele perguntou com um ar de sacanagem, “garoto, vc saber ler?”

        Respondi, sei sim…

        Aí ele me deu um binóculo cívil, mas pesado pra caramba, desfocado e disse: mira no cantinho do alto dakele edifício e me diz o que está escrito…

        Tem um edifício atrás, de quina, com a DF Vasconcelos,
        tentei mirar na quina do edifício, alto pra caramba…

        Pensei comigo, deve ser a assinatura da pintura do edifício…

        Estava escrito assim:

        PARA DE OLHAR E VOLTE A TRABALHAR

        Eu ri na hora, pensei como essa placa foi colocada lá tão longe e tão alto…

        TODA VEZ QUE VIA OUTRA PESSOA SEM SER ELE MIRANDO NO ALTO DO EDIFÍCIO EU JÁ COMEÇAVA A RIR, “MAIS UM DESOCUPADO”.

        Bom lembrar a letra tinha era do tamanho de um dedão do pé.

        Além de excelentes equipamentos, existiam pessoas diferenciadas na criação do produto.

        Ele se chamava Alex, deve ter uns 55 anos hoje e trabalhava no setor de reparos e garantias da DF Vasconcelos.

        AH! ATE HOJE A PLACA DEVE ESTAR PARAFUSADA NO ALTO DO EDIFICIO. GARGALHADAS!

  8. Trabalhei na DF Vasconcellos, tenho várias lembranças lindas, mas vou relatar a mais triste. A DFVasconcellos, foi vendida para DFV COMERCIAL E INDUSTRIAL que transferiu o pátio fabril para cidade de Valença/RJ com o incentivo fiscal do governo do estado do RJ. Muitos funcionários de São Paulo foram treinar e passar toda a experiência e conhecimento adquirida na DFVASCONCELLOS. Mas a realidade hoje é outra eles não deram continuidade aos valores,compromisos e respeito que DFV conquistou nos seus 70 anos. A fabrica em valença é de primeira geração mas está afundada em processos e não respeitam seus funcionários e fornecedores. Responsavel por isso Sr Nelson Cortes da Silveira, Parabéns você acabou com a história.

    1. Claudia, graças a mudança da DFV de SP para o RJ, nós hoje continuamos com ela em funcionamento e voltando a montar no mesmo ritmo de SP, A fabrica de Valença, de forma alguma peca por esse comentário seu, pois os direitos de trabalho e de cidadão são dados a todos, quem duvidar pergunte a qualquer um deles, com relação a processos, todas empresas sofrem, mas no final deles poucos ganham, pois a DFV sempre foi correta com seus funcionários.
      Com relação a fornecedores, as dificuldades na nessa mudança, com investimento e perda de produção fez com que tivéssemos alguns imprevistos, mas não devemos a ninguém não demos calote em nenhum fornecedor tivemos que fazer um trabalho de casa árduo para honrar com nossos compromissos e estamos colocando nos trilhos essa bela empresa.

  9. Que saudade!!! Trabalhei nessa empresa e tenho orgulho até hoje de falar sobre a DFV. Foi uma época que me marcou muito, pelas amizades que conquistei lá dentro.
    Lembro-me do meu chefe no departamento de Custos Sr.Hermes, Osvaldo Dominicis,Dr.Tarcisio, Dra.elisa, enfim muitos amigos que la conheci.
    Lembro-me até agora do Sr.João Ribeiro, que trabalhava no setor de gravação e escreveu a oração da Ave Maria em Latin em um circulo de 2mm de diametro em uma lente. Uma verdadeira façanha.!!!
    QUE SAUDADE !!!

      1. Opa, eu trabalhei nessa empresa de 84 a 91 no Departamento Pessoal, Sr Mário Ribeiro era fera, Wilson ferramentaria, Nikolas do Desenho industrial, pessoal da gráfica que eram também demais enfim tanta gente boa. Saudades

  10. trabalhei na df vasconcelos e, 61 ate 63 muiiiiitos anos atraz mas estou precisando da ficha de registro de empregado, como conseguir, poderia me ajudar algum contato de um sindico que esta com os livros/fichas, para que eu possa me aposentar.
    obrigado

    1. Todos os arquivos dessa época foram transferidos para a empresa CBC, que faz parte do grupo DFV, esta empresa fica em Ribeirão Pires

    2. En las mismas fechas estuve yo en D.F.V. trabaje en optica de precision conoci a Juracy Lino Dias a Aristides Drobetto , Roberto Caldas era el encargado de la seccion y muchos mas cuyo nombre no recuerdo, Si conoces aalguien ponerse en contacto en mi i-mail Saludos

  11. Gostaria de saber se alguém conheceu um funcionário de nome Antonio Carlos (apelido grandão), e se tem o contacto dele?
    Agradeço.

  12. Lembro-me de ter visto, há cerca de 20 anos, numa exposição pública do Dia do Soldado, um binóculo prismático, fabricado pela DF Vasconcelos; salvo engano, 7×50. O ajuste de foco não se dava por anel central e sim por anéis em ambas as oculares, além de contar com a inserção de “cruzetas” com marcações. Embora fosse relativamente compacto, tratava-se de peça extremamente robusta. Ao ajustar-se o foco percebia-se a firmeza nas partes móveis (sem quaisquer folgas). Embora, certamente submetido a condições bem árduas, as lentes estavam perfeitas. O único sinal de desgaste era o surgimento de pontos cor de bronze, onde o latão usado em sua construção, ficava exposto devido ao intenso manuseio. Na base de fixação da ocular aparecia, em baixo relevo, o nome do fabricante.
    Uma fantástica peça de engenharia de precisão.

  13. Trabalhei nesta inesquecivel empresa ,na área de ferramentaria inicio de 1975 ( 12 anos) , muita saudades .

  14. Soy español trabaje en DFV Vasconcellos entre 1961 a 1964 en optica de precision tenia muy buenos amigos brasileiros . Los años que pasé alli no los olvidare nunca. si alguien me conoce por favor escriban a mi e-mail

  15. gostaria de saber se alguem conheceu valdomiro ferreira que trabalhava no controle de qualidade .ELE é mineiro de governador valadares trabalhou em 1974 75.

  16. Ai que saudades… a DFVasconcellos foi meu primeiro emprego. Eu tinha apenas 14 anos! Naquela ocasião muitos jovens (crianças ainda) trabalhavam naquela empresa – a maioria morava na região. Íamos a pé, rindo, conversando. Hoje, certamente, os tais direitos humanos, diriam que lugar de criança não era trabalhando em fábrica. Mas foi lá que adquiri valores e responsabilidade que estão comigo até hoje.

    1. Como era mesmo o nome do campo de futebol que tinha em frente à DFVasconcellos do outro lado da Av. Indianópolis? Planalto ou Palmeirinha?
      Foi nesse campo que aprendi a andar de bicicleta.
      Um era aí e o outro umas 5 quadras mais à frente em direção ao Jabaquara.

    2. Mauro, concordo com ambos. Comecei a trabalhar (registrado) como Office Boy, pois já trabalhava desde os 12 sem registro.
      Aprendi muito e isso foi bastante importante em minha vida e me orgulho disso.
      Percebi, ao longo dos anos, que colegas e amigos que só começaram a trabalhar depois de formados tinham uma espécie de lacuna em sua formação profissional e sua visão geralmente abrangia sua área de formação profissional, com pouca percepção (ou até interesse) sobre outras áreas das empresas.

    3. Helena, desculpe mas você tinha o nome de solteiro Helena Fernandes Rocha ??

    4. Vc lembra do jardineiro que enchia uma garrafa de água mineral de suco no refeitório pra almoçar ? Eu trabalhei na automação e robótica da uapes

  17. Concordo com a Helena Rocha Compagno. Comecei a trabalhar quase com a mesma idade, “DF Vasconcelos, depósito, Seu GARCIA”, o que sou, meus valores morais no trabalho, devo as “entre aspas” lidas agora atrás! Hoje não formamos homens, formamos ostentações! ( Sempre terá um momento para falarmos, é o fim dos tempos )

  18. Meu pai trabalhou na DFV, mas na área de carburadores. Lá obteve reconhecimento profissional, principalmente pelo Sr. Décio Vasconcelos, que o enviou várias vezes aos EE.UU. para desenvolver trabalhos. Como engenheiro mecânico meu pai Waldemar, desenvolveu um carburador nacional, cujo nome dado foi “mazzolinha”, e servia entre outros veículos, para o fusca. Construiu na DFV Máquinas para fundir peças em injeção sob pressão, dos carburadores, e sempre foi reconhecido pelos diretores e pelo proprietário, Sr. Décio. Não me esqueço da Sra. Anna, secretária do Sr. Décio, sua esposa. Sra. Helena, que sempre trataram todos nós com muito carinho. Tudo isso aconteceu entre os anos 50 e 60. Inclusive, se alguém tiver alguma notícia das Sras. Anna e Helena, telefone, e-mail, endereço, gostaria muito de saber para manter contato.
    Saudade daqueles tempos de DFV, que fez história em São Paulo, depois vendida a parte de carburação para Weber, Hoje, Magnetti Marelli, onde também meu pai e meu irmão trabalharam.
    Abraço a todos
    Leonardo

    1. Ola sr leonardo, sinto em lhe informar q a Sr helena e Anna faleceram. Dna Anna faleceu vai fazer 2 meses. Agradecida.

      1. Obrigado Silvana pela informação. Sinto muito, porque convivi com a Sra. Ana quando morava no Brooklin com a mãe dela. Era uma pessoa muito doce. Que Deus abençoe @
        Ana e Helena. Outra vez obrigado. Abraço

      2. Silvana , li seu informe do falecimento da Dna Anna , trabalhei diretamente com ela entre os anos 1971 e 1973 sendo o Office Boy da presidência . Pessoa muito querida que me proporcionou ascensão dentro da empresa ,de onde sai em 1978 como engenheirando. Senti muito.

  19. Voltei quase 30 anos no tempo, ao ler esses relatos e a matéria!
    Que época boa era aquela, meu Deus…
    Não trabalhei na DFV, mas conhecia bastante alguns produtos da empresa. Por volta de 1984/85 (até antes disso) começou-se a falar do Cometa de Halley, que apareceria em 1985/86. Na época, jovem ainda, era um amante de Astronomia… e fazia uns cursos bem perto dali, no Planetário do Parque Ibirapuera. Como estávamos frequentemente em meio à lentes, telescópios e lunetas, por algumas vezes tive de ir até a DFV, e era prontamente atendido pelo André, que trabalhava na área de marketing.
    Não tínhamos acesso à importação de instrumentos ópticos como temos hoje, óbvio… e por isso mesmo, a DFV era nossa referência na época em lunetas e telescópios de pequeno porte.
    Que lugar mágico era aquele, com aquela cúpula que chamava a atenção de longe!!!
    Segui carreira nessa área e hoje sou coordenador do Observatório Municipal de Americana/SP.
    Um abraço a todos os saudosistas!

  20. ola a tds , tbm sou um ex funcíonario da DFV, trabalhei na afiação e depois na ferramentaria, , gostaria de saber se alguem tm notícias de um ex funcionario , Roberto Exmael, gostei de saber q tm gente daquela época se comunicando

  21. olha rapaziada eu também trabalhei na dfc no periodo de 93a96 na parte optica meu chefe era o atilio os meus
    amigo era paulo,joão, foi muito bom ter trabalhado pena que foi embora

      1. Sou o Comendador Prof. Iraci Prado, de Brasília. Trabalhei numa Indústria Química, em São Paulo pelos anos 60. Em 1966 tive contato com uma exposição da DFVasconcelos, na Rua Direita. Gostaria de saber se você, Helena, é dessa época e poderíamos trocar algumas informações dessa Empresa, nessa época. Meu e-mail: iraciprado007@yahoo.com.br. Ficaria muito feliz se pudesse contatar com você.

  22. Cadê o pessoal da engenharia, Alziro , Sonia , Ulrich , Herfritz , Lauro , Hildebrando , Mestre nos idos de 1978.

    1. Carlos Roberto desenhista trabalhei la de 81/90 veja no Facebook – Sonia Regina Giglio, Hildebrando Andrade Pimentel

  23. Parabenizo a todos por terem sido bons profissionais, responsaveis, que acredito, sabiam se valorizar e valorizavam a Empresa e mantinham bom relacionamento profissional e humano, o que faltam nas Empresas e pessoas que hoje trabalham. Trabalhei 28 anos em uma Empresa ( BB) e dava valor à Empresa e provurava ter bom relacionamento com todos. Alguns acham que saudosismo é atraso. Para mim é lembrar coisas boas que passaram.

    1. Olá Francisco,
      De janeiro de 1967 até maio de 1968, eu era o chefe do Departamento de Fabricação Òptica (DFO). Meu chefe direto era o Décinho (sobrinho do DR, Décio) e o diretor era o Sr, Werner Linderman. Nessa época os Juraci, Aristides, Wilson Sorbo e outros eram meu funcionários.
      Tenho uma vaga lembrança do seu nome, mas não lembro a fisionomia.
      Pode mandar mais notícia no meu e-mail: odifrancesco2@uol.com.br
      Osmar Di Francesco

  24. Quando era criança,eu me lembro que havia duas amigas, inquilinas de meus pais,que trabalhavam na DFV.Me lembro que a chamávamos de Dedé e Irene.Pelo que elas comentavam,tratava-se de uma ótima empresa.Isso foi entre 80 e 82.

  25. Trabalhei nessa empresa de 2005 a 2010 ou seja fiquei ate o fim das atividades dela aqui em são paulo,
    e tenho muita saudades das amizades q fiz lá, tive um grande amigo que mim ensinou muitas coisa Efigênio q acho q ainda trabalha lá .
    Bons tempos !

  26. Alziro , Sonia , Ulrich , Herfritz , Lauro , Hildebrando, trabalhe com todos mas infelizmente não tenho contato com eles, carlos roberto por um acaso vc é o biro-biro eu sou filho do Sr mamerto do prototipo e um exfuncionario com muita saudades espero alguma resposta.

    1. Sou Ricardo trabalhei com S.r Mamerto,na área de protótipo indicado pelo Sr Luiz Barbosa, chefe da pintura, ja falecido, aprendi muito com esses exemplos de chefes e mestres.

  27. Pessoal,

    Sou estudante de arquitetura e me interessei pela DF.. achei linda a estética! Alguém saberia alguma informação arquitetônica dela? Arquiteto/Escritório responsável.. Plantas arquitetônicas/Layout ou fotos internas? Acabei de mandar um e-mail para o CRECI SP (atual dono), vou ver da DF nova sede se alguém sabe e se alguém tiver qq coisa- inclusive informação – agradeço imensamente!

    Obrigada, Lys Viana (lysviana@gmail.com)

  28. Que Saudades !!! Dos nomes aqui citados lembro de alguns. Trabalhei na DF em 1985 como secretária do Zimmer que era major na reserva do exército e atuava na DF como diretor administrativo; secretariei também o gerente administrativo José Roberto Fragoso. Na época o chefe do DP era o Domingos. Pouco contato tinha com o pessoal da fábrica mas até hoje sou vizinha e amiga do Isaias Teixeira que era do Controle de Qualidade e apesar de pouco, ainda tenho contato com Dra Elisa, que era advogada na época junto com Dr. Tharcisio. Nossa, voltei no tempo !!! Foi uma empresa muito boa de se trabalhar. Um grande abraço a todos vocês que foram meus colegas de trabalho.

  29. Bruno de Oliveira Sandrini…ingressei na DFV em 1962/Abril é me desliguei em 1988/Dezembro …comecei como aprendiz de mecânica…segui carreira até Ferramenteiro…na década de setenta fui promovido como Assistente do Dr. Décio Vasconcellos na função de Relações Industriais…responsável pelo Centro de Treinamentos de Pessoal . A DFV era na época
    a única indústria óptica e mecânica de alta precisão no hemisfério do globo terrestre…mas lamentavelmente poucos brasileiros tomaram conhecimento desse fato inusitado…Em tempo: Desde a minha saída da DFV em 1988 continuo ministrando treinamentos através da livre iniciativa…e…devo do que fui é continuo sendo…ao saudoso Dr. Décio Vasconcellos.

  30. Trabalhei, nesta empresa de 1972 a 1974, Como Desenhista detalhista,no setor FABIN, onde aprendi muito.

  31. Trabalhei la nos idos de 72 a 74, na função de Desenhista detalhista da FABIN. Onde o Era o encarregado do setor Herfritz e toda vez que ia dirigir seu fusca tirava os sapatos e dirigia de meia, o sr. Ulrich era um rapaz novo recém chegado da Alemanha especialista em mecânica de movimentos, o Hidelbrando era desenhista como eu, tinha também recém contratado um Japonês que não falava nada em português e a turma gostava de ensina-lo errado.
    Era uma época mágica, onde aprendi muito as normas técnicas da DIN com o sr. Ulrich. Depois de um ano que sai de lá estive a trabalho em uma reunião de negócios com o sr. Ulrich no restaurante do edifício Itália. Foi meu ultimo contato com a DFV. Onde fiz bons amigos.

  32. Tenho um binóculo fabricado nessa firma e comecei a investigar pela internet aonde consegui chegar aqui queria saber que ano foi fabricado o mesmo sou de ilha SOLTEIRA-SÓ meu nome é Daniel se alguém souber entre em contato comigo (18)98140.9294

  33. Olá sou a Fernanda filha da Graça que também trabalhou na Df no período de 73 a 86 , minha mãe trabalhou no setor de ótica e gostaria muito de contato com pessoal desse período, fizemos varias busca na internet mas infelizmente não encontramos ninguém! Se alguém puder mandar notícias será muito legal. Vou deixar meu e-mail: nanda.mimi@terra.com.br

  34. Alguém sabe dizer se a DFV mantêm um arquivo e desenhos técnicos de seus produtos do passado? Sou astrônomo amador e queria saber se eles possuem algum tipo de diagrama técnico dos telescópios que eles fabricavam nos anos 50 – que teve uma versão mais moderna nos anos 80, e que mais tarde deixou de ser fabricado. Moro em Ponta Grossa, PR, onde temos um observatório astronômico da universidade local, fundado em 1977 e todos os telescópios que utilizamos lá eram da DFV…

    1. Eu tenho um telescópio tipo reflexão tipo newtoniano com tripé perfeito quase funcionando original. Tenho o manual técnico dele se quiser posso te enviar fotos deste manual ou uma cópia via Correios, mande seu contato. O espelho está sem a superfície refletora, mas vou fazer um depósito com nitrato de prata. Não é o ideal mas funciona.

      Marinho
      marinhocorrea00@gmail.com

  35. sou luis carlos tambem trabalhei de 95 a 2010 comecei como auxiliar de produçao e depois fui promovido a tecnico optico trabalhava na area dos prismas junto com o senhor emir

  36. Eu tenho um telescópio tipo reflexão fabricado pela DF Vasconcelos, está em manutenção mas está completo e vai voltar a funcionar. Comprei ele quando tinha 16 anos, hoje tenho 64 anos. Também tenho um pequeno manual deste telescópio original. Você teria como me enviar fotos de cartucho de munição dos canhões Schneider de 75mm que foram usados na revolução constitucionalista de 1932? Estou tentando reproduzir e quero detalhes técnicos deste cartucho. Será que em São paulo algum museu tem estes cartuchos?

    Cordialmente
    Inesio Marinho
    Brasilia DF

  37. Gostei de todos os relatos. Hjtentei entrar em contato com a empresa, mas infelizmente não consegui. Ao fazer uma manutenção de um telescópio 20x misturei a sequência correta de lentes, espaçadores e outros. Alguém poderia me ajudar? Ps. Belíssima fábrica.

  38. Meu pai trabalhou na DF Vasconselos 21 anos entre 59 e 80 tenho lembrança dela de pequeno quando tinha as festas de fim de ano no Natal ganhavamos presente . Hoje moro no litoral mais fui em São Paulo alguns anos atrás e peguei a Avenida Ingianópolis e falei para minha esposa meu pai trabalhou numa endustria nessa avenida metros depois passei na frente dela .parei o carro e vi a fábrica abandonada depois de trinta anos voltava naquele lugar foi muito emocionante. Quando ela fechou .

  39. Meu pai trabalhou na DF Vasconcelos durante 20 anos entre 60 e 80 e só não trabalhou mais porque veio a infartar em 80 . Seu nome era Agostinho Gonzaga Ribeiro . Conhecido como Gonsaga. Trabalhou como lider de prensagem. Alguem dessa época.

  40. Alguém sabe por que a DFVasconcelos parou de produzir o Poliopticon? Era um brinquedo educacional fantástico e que instigava a curiosidade científica nas crianças, Fui atrás de um usado, mas o tempo, infelizmente, danificou algumas lentes e já não são tão claras como outrora. Se souberem de alguém que faz manutenção deste tipo de brinquedo, agradeço.

    1. Olá Celso… Também brinquei muito com o meu Poliopticom na adolescência… Agora, 60 anos depois, estou comprando e revendendo lentes e outras peças em ótimo estado para ajudar outros a resgatarem os seus… Se você ou mais alguém tiver interesse em alguma peça é só perguntar: xara.xaramix@gmail.com

  41. Oi, bacana o site e seu trabalho. Sou pesquisador de câmeras fotográficas e colecionador delas, gostaria muito de saber os anos em que a Kapsa foi fábricada é se era de projeto nacional. Abraços e obrigado.

  42. Meu pai era da manutenção eletrica da DFV, trabalhou por mais de 30 anos nessa empresa, e era a vida dele. Tudo que temos hj foi conquistado com o trabalho e suor dele na DFV. Sou mto grato pela empresa e pelo meu Pai: Luiz Gomes de Moura, Grande homem, Guerreiro e que Deus o tenha.

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