No rastro de destruição causado pelas obras da futura linha do Metrô de São Paulo que ligará o bairro paulistano da Penha ao município vizinho de Guarulhos, também encontrei essa casa que, até pouco tempo atrás, serviu de sede social da Escola de Samba Penha.

Localizada no número 26 da rua Rinópolis, uma travessa da avenida Gabriela Mistral, a casa foi construída na primeira metade do século 20 e até o final da década passada ainda funcionava como uma residência. Posteriormente foi pintada nas cores azul, branco e preto e se transformou na sede social da escola, fundada em 2019.
Há alguns meses, já em 2025, foi desocupada e começou a ser depredada por pessoas que retiraram portas, quadro de luz, janelas e esquadrias para revender. Agora começou a ser demolida, junto com uma dezena de vizinhas que se encontram na mesma situação, ou seja, desapropriadas.
Não encontrei o endereço novo da escola, contudo caso você esteja procurando saber mais sobre a Escola de Samba Penha, basta clicar aqui para ir até o Instagram oficial deles.

Uma resposta
As desapropriações/ demolições são uma realidade desde sempre. No caso específico do Metrô, isso também aconteceu em seus primórdios, na década de 1960. E isso, acredito, é em qualquer lugar do mundo.
Claro que não sou a favor da demolição de um imóvel antigo/ histórico “pra nada”. Mas no caso do Metrô…o que há de se fazer? Como passar uma linha sem afetar os imóveis?