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Respostas de 12
Aqui não se preserva nada, não há a mínima consciência a respeito desse patrimônio, é deprimente.
nosaaaaa essas casas era ou e nao sei muitos feias e nojentas essas pessoas que moram ou nao moram ve se cuida desso. ta pior que a lapa ne rrsrsrsrsrs cuidam em e melhor do que ser falado beijosss
Esta casa pertence ou pertenceu a familia Gracio. Fui muito amigo do Wilson Gracio que faleceu em 1978 de um linfoma tipo Hodgkin, em sua juventude. Sua mãe já era idosa e cuidava do imóvel. Seu irmão mais velho é o herdeiro deste imóvel, que poderia ser restaurado e mantido como testemunha de uma fase muito bonita deste bairro, tão representativo deste universo que é a cidade de Sampa.
VERDADE RAMES. MUITAS VEZES FAZIA ESTE CAMINHO PASSANDO EM FRENTE,PENSANDO PORQUE HAVERIA EU DE MORAR NA VILA HAMBURGUESA QUANDO ALI ERA MAIS PERTO.
Preservar é para quem pode! Quem fica com o prejuízo é o dono da casa, que tem que arcar com os consertos e para que?! Essas construções mequetrefes se arruinam, ocupam o espaço que deveriam ser de edificios modernos, enfeiam os bairros, desvalorizam os imóveis vizinhos. Se tem alguém zeloso, que enxerga valor nesta arquitetura antiga então que as compre, que indenize os proprietários, que promova um fundo [grana] para os que as possuem possam promover reformas e lhes dar um destino ocupável. É muito fácil achar que o dono do imóvel tem alguma culpa pelo arruinamento. Mas cadê o “Estado”? Cade as condições de preservação? Acho que o proprietário do bem é um refém do tombamento! Ele pode vender, mas quem quer comprar uma casa arruinada ou demodê que ninguém quer dar o valor de mercado? Enfim, herdar uma casa com valor histórico ou arquitetônico neste país é um presente de Grego, um azar!
Eu ficava esperando o onibus e nem por um segundo parava de olhar esta casa imaginando a sua história, mas recentemente ela foi demolida se eu n me engano foi na metade ou no final de 2010. UMA PENA!!!
Hoje em dia é uma loja…
Olá Senhores! Sou integrante da cia Barca Cênica de Teatro, resido na Lapa e estamos a procura de casas abandonadas para conseguir um ofício de ultilização do imóvel para promover atividades culturais. Quem souber de imóveis, salas ou galpões que possam ser “cedidos” para finalidade cultural, gentileza entrar em contato com a cia. inclusive, mesmo que o local tenha algum vículo com herdeiros ou fins comercias, com a atividade cultural, pode este proprietário beneficiar-se de impostos. Portanto, será um benefício para ambas as partes, e todas as atividades pagantes podemos repassar parte desta verba para o proprietário.
Grata,
Samanta Kelli
Verdadeiro assassinato dos elementos originais! O pior que os que fazem costumam ficar impunes
Gostaria de saber se tem fotos da antiga fábrica de torneiras na Afonso sardinha na Lapa. Meu avô trabalhou lá por anos….
Algo me diz que o que leva o proprietário a “reformar” um imóvel antigo são as restrições impostas para novas construções, além de facilitar com relação a emissão de alvarás. Se fosse pra demolir e construir uma nova edificação, os recuos exigidos fariam o proprietário perder muito em área construída.
Voltando a falar do imóvel em questão, haviam N maneiras de reformar a casa para um novo uso, mas foi escolhida a pior: a completa desfiguração e transformação em algo que não lembra nada. Continua sendo um imóvel antigo, mas completamente sem identidade.
E o que é pior: Boa parte dos ornamentos de casas antigas não são executados apenas no revestimento. Dá-se forma ao ornamento na alvenaria e dava-se o acabamento desejado no revestimento, quando se eliminam todos esses ornamentos ainda sobram os ressaltos na alvenaria que davam forma aos ornamentos, resultando naquele detalhe aleatório simplesmente ridículo no canto superior da construção reformada.
O triste é que isso é comum há muito tempo, temos muitos imóveis antigos que parecem com construções recentes.
A Lapa está repleta de imóveis antigos na mesma situação deste. Térreo modificado para um salão comercial e um andar superior com a fachada preservada, servindo como almoxarifado ou escritório de advocacia.
Exigir que esses imóveis mantivessem suas funções originais de vila ferroviária, mesmo após isso deixar de fazer sentido na São Paulo contemporânea, levaria o bairro à uma degradação similar a da Cracolândia e, por tabela, dos próprios imóveis que se afirma preservar.
A preservação histórica saudável deve conciliar a memória do passado com uma utilidade no tempo presente.