Conheça a história por trás do Dia da Pizza

É impossível pensar em São Paulo e não lembrar da pizza. Por conta dessa relação, o dia 10 de julho foi definido como uma data especial para celebrar a redonda. O Dia da Pizza entrou para o calendário em 1985 pelo então secretário do turismo Carlos Luiz Cibella de Carvalho. Na ocasião, a cidade organizou um evento para escolher as dez melhores pizzas de mussarela e marguerita. 

Se fosse nos dias atuais, a concorrência seria ainda maior, já que há pizzarias em praticamente todos os bairros. O consumo também não fica atrás. Atualmente, a capital paulista é a segunda que mais come pizza, atrás apenas de Nova York, de acordo com a Associação de Pizzarias Unidas do Brasil. 

A famosa e tradicional pizza da centenária Cantina e Pizzaria Castelões

De acordo com uma pesquisa da Betway, site de caça níqueis online, são vendidas na capital paulista 572  mil pizzas diariamente. Porém, o dado que mais chama a atenção diz respeito ao acompanhamento da redonda. Ao contrário de outras localidades, especialmente do Rio de Janeiro, em São Paulo, cerca de 86% não come pizza com ketchup.

ORIGEM DO APREÇO À PIZZA

São Paulo não é a capital brasileira da pizza à toa. Ela é a cidade com maior número de descendentes de italianos fora da Itália. Por isso, grande parte dos costumes paulistanos, na verdade, são uma espécie de herança cultural. 

A Itália está presente no jeito dos paulistanos se expressarem, na arquitetura de algumas residências e em outros pratos, como lasanha, nhoque e polenta. Além disso, existem bairros que surgiram por conta da imigração, como a Bela Vista. Esse fato explica, inclusive, o grande número de cantinas e casas antigas com traços europeus. 

Quando o assunto é pizza, porém, é possível notar como os costumes podem mudar. Na Itália, os sabores mais consumidos são marguerita, bianca (espécie de napolitana) e capricciosa (com alcachofras, funghi e presunto cru). Já no Brasil, segundo o levantamento sobre pizzas da Betway, a calabresa é a mais consumida. Para acompanhá-la, a maior parte dos brasileiros prefere a Coca-Cola. 

Forno à lenha da Cantina e Pizzaria Castelões

HISTÓRIA DA PIZZA

Apesar de ter se popularizado com os italianos, a pizza, na verdade, pode ter surgido no Egito ou Grécia. Nessas localidades, os povos consumiam massas com farinha de trigo. Existem indícios que séculos antes de Cristo, as pessoas consumiam uma espécie de pão que, aos poucos, foi sendo incrementada com recheios. 

Na Itália, a pizza ganhou o tomate. No começo, ela era consumida na parte Sul do país, em Nápoles por exemplo. Porém, ela só tomou a forma redonda tempos depois, pois a princípio era uma espécie de sanduíche. Aqui, o prato chegou com a colonização italiana e se tornou mais popular depois de 1950. 

Mesmo o prato tendo um dia fixo no calendário – como dito é 10 de julho – para os paulistanos qualquer dia pode ser uma oportunidade para consumi-lo. Seja para comemorar algo, evitar ter de cozinhar de noite ou, simplesmente, porque é saborosa, o fato é que a pizza agrada a todos os tipos de moradores de São Paulo.

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